quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Adolescência sem álcool !



Hoje em dia são raros aqueles que chegam numa balada de cara limpa. Porque antes da curtição, madrugada adentro, adolescentes promovem irrestritos esquentas consumindo bebida alcoólica em grandes quantidades. A pergunta que se faz de bate pronto é: __ de onde vem essa dose pesada de destilados em muitas casas que não dispõem de garrafas armazenadas? Do bar de esquina? Da loja de conveniência no posto de gasolina? Como conseguem comprar, se ainda estão distantes dos 18 anos de idade? Como a família assiste a essa movimentação de maneira indiferente? Falta informação? Não há percepção dos riscos à integridade física ou à saúde?
O governador Geraldo Alckmin lança nesta segunda-feira, 1° de agosto, às 10h, o Programa de Combate ao Álcool na Adolescência. Um excelente primeiro passo para começar a corrigir essa omissão que vem comprometendo uma geração de meninas e meninos do Brasil afora!

2 comentários:

  1. Realmente é inacreditável a facilidade com que os adolescentes conseguem ter acesso à bebidas alcoólicas potentes. Parece-me ainda, que o tal esquenta, aproxima-se do comportamento de orgia alimentar de alguns primitivos. A ingestão é sustentada até a bebida acabar ou até o sujeito bebedor passar mal ou desmaiar, num rito de passagem. Além do álcool, ingerem também grandes quantidades de bebidas energéticas, ricas em cafeína, para as quais já há um alerta entre médicos nos EUA, onde é motivo freqüente de admissão em salas de emergéncia por arritmia cardíaca ou hipertensão. A mistura é responsável também por outros comportamentos perigosos.
    Se o governo vai tomar alguma providência, já não era sem tempo e deveria ser parabenizado pela iniciativa. Também deveria focar nos pais, alguns omissos, outros distraídos, outros ainda, simplesmente concordantes com a irresponsabilidade dos menores.

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  2. Excelente iniciativa!
    Infelizemente, o contato dos adolescentes com as bebidas alccoólicas começa muito cedo.
    Minha filha tem 16 anos e têm muitos colegas que fazem uso de bebidas alcoólicas já há algum tempo.
    Mas o que observo, e é muito triste e preocupante, é que grande parte das crianças que se interessam tão cedo pelo álcool, têm pais que costumam beber regularmente e, portanto, aprendem a beber através do exemplo da família.

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